Depois do abandono do tecto orçamental para a próxima temporada, a Associação de Equipas de Fórmula 1 (FOTA) havia-se comprometido com a FIA a fazer descer os custos da modalidade para valores idênticos aos do início da década de 1990, encontrando-se agora a discutir as formas de atingir esse objectivo.
Em Genebra, estiveram presentes representantes de todas as equipas, procurando chegar a um entendimento quanto aos custos para os anos vindouros. No entanto, e após uma reunião liderada por John Howett, vice-presidente da FOTA e presidente da Toyota F1, não se conseguiu chegar a qualquer acordo.
Contudo, e de acordo com os relatos de fontes próximas das equipas, o acordo está preso apenas por pequenos detalhes, o que antevê uma resolução positiva a obter nos próximos dias.
"Foi um diálogo bastante aberto e agora apenas falta debater alguns pormenores", revelou uma fonte da FOTA ao Autosport.com.
Uma vez conseguido esse acordo relativo às condições financeiras para os anos mais próximos, tudo ficará a postos para a concretização de um novo Pacto da Concórdia entre as equipas, os detentores dos direitos comerciais (FOM) e a FIA.
Quando isso acontecer, chegará ao fim um dos períodos mais conturbados da história quase sexagenária da Fórmula 1.

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